Vida para escrever

E como Machado de Assis refletiu e eternizou:

“Pensamentos valem e vivem pela observação exata ou nova, pela reflexão aguda ou profunda; não menos querem a originalidade, a simplicidade e a graça do dizer”

Ter um blog foi sempre um sonho até mesmo quando nem existia blog eu já tinha um.

Diariamente escrevia em um caderninho que era da minha vó de anotar receitas, depois comecei a escrever em um diário que ganhei quando fiz sete anos e depois nunca mais parei de escrever . Tinha um blog que não “bombava” mas, que tinha um certo fluxo de leitores – ele foi banido, hackeado ou eu de forma incompetente não consigo entrar com meu próprio e-mail e senha ( embora estou certa de que foi hackeado).

A escrita sempre foi uma viagem para dentro de mim; o outro mundo mais desconhecido que poderia explorar. Eu mesma. Uma criatura tão misteriosa, que até hoje com tantas viagens dentro do meu “EU” sempre encontro uma coisa nova.  Às vezes, até penso encontrar o “EU” dos outros  mas, depois quando reflito vejo que não tem como achar os outros dentro da gente mesmo que seja tão divertido brincar de achar. Bom, só pelas doidices que escrevo já deu para diagnosticar a minha loucura e deduzir que só presto para ser escritora mesmo.

Em todo caso,  mesmo com toda essa liberdade e falta de timidez que escrevo no começo e até hoje quando vou ler um poema meu, tenho a sensação que estou transando no meio de uma praça pública e as pessoas me apedrejando. E incrível como a gente se sente mal depois de produzir algo, o medo do julgamento é desesperador…mais desesperador até que o próprio julgamento.  No meu caso, não tenho dificuldade em lhe dar com crítica negativa, alias é muito bom receber uma porque se vê, que aquela pessoa está lendo criou uma empatia pelo texto e pelo seu trabalho e está julgando de forma justa. Embora, que se essa pessoa for uma pessoa “hater” ou similares que a internet está cheia de gente querendo odiar…você tem que respirar fundo e fazer um levantamento se a observação daquele ser humano faz sentido.

Afinal de contas bom senso é tudo e tudo é o que a gente não tem.

No fim das contas só queria dizer “Bitches, I am back!” – mas, uma escritora na área lutando pela vida no mundo paralelo do editorial brasileiro. Thanksgod chegou a Amazon com esse treco de publicação por e-book, qual estou procrastinando em fazer mesmo gostando da ideia, tecnologia revolucionando e salvando o mundo.

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